Há lugares neste país onde já se fazem rezas e procissões a pedir chuva.
Precisamos que chova, é verdade! Mas não é a chuva (ou a falta dela) a culpada de tudo isto.O que precisávamos mesmo, era de apanhar e punir veementemente os idiotas criminosos que ateiam os fogos. O que precisávamos mesmo era de prevenir, de reordenar.
Fala-se muito no reordenamento do território, no repensar que tipo de floresta devemos ter para que o fogo não se alastre desta forma descomunal. Talvez quem sabe até voltar a ter guardas florestais, e criar espaços corta-fogo entre as florestas e as estradas e zonas habitacionais.
Não sou perita no assunto, e longe de mim achar que sei o que é melhor para o país. Não sei, de todo.Só acho que está na hora de quem percebe do assunto passar das palavras à acção.
Já chega!
Toda a comida precisa de uma pitada de sal, toda a vida precisa de um toque de limonada.
A Limonada da Vida
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segunda-feira, outubro 16, 2017
segunda-feira, maio 29, 2017
Eu e as corridas- Tu começou há um ano!
Faz no próximo fim de semana um ano que comecei a correr!
Já tinha feito umas corriditas mais pequenas pela Ponte 25 de Abril nas corridas que a EDP todos os anos organiza, mas a minha primeira corrida a sério foi a CORRIDA DE SANTO ANTÓNIO em Junho de 2016.
Vou repeti-la agora no próximo fim de semana e o objectivo é baixar de 1h.01m.45s.
E perguntam vocês: mas por que é que te meteste nisto? Para quê tanto sofrimento?
Pois muitas vezes, durante as provas, também eu me pergunto o mesmo: Mas para quê isto? Não estavas melhor em casa a dormir?
Descrevi neste post os meus primeiros pensamentos enquanto corredora.
Mas é só até chegar à meta! Depois entra a alegria da superação, a sensação de que valeu a pena, que ao correr estás efectivamente a fazer algo de bom pelo teu corpo, mas essencialmente pela tua alma e pela tua auto estima. A sensação maravilhosa de "já está e esta já ninguém me tira".
Como é que tudo começou?
Sempre fui de fazer desporto. Faço Step, como aqui já falei várias vezes, há mais de 13 anos. E isso é definitivamente a minha praia.
Das corridas nunca fui fã. Aliás, se me mandassem correr 15 minutos na passadeira, aquilo era uma tortura para mim.
Um dia o Limoneiro lembrou-se de começar a correr. Ele ia e eu ficava em casa a vegetar, naquele espírito de "correr não é para mim".
Quando ele chegava a casa trazia uma alegria e boa disposição contagiantes, Dizia maravilhas daquilo e cada prova que fazia tentava fazer melhor tempo que na anterior. O tempo passava e ele foi alimentando em mim o bichinho de " e se tentares? Não tens nada a perder". Convidou-me várias vezes para o acompanhar, nem que fosse só para experimentar.
Um dia decidi inscrever-me na minha primeira corrida de 10kms - a corrida de Santo António! É uma prova feita à noite, pelo que já não está aquele sol tórrido que me derrete e que tanto me dificulta a passada. correu muito bem para primeira vez.
E depois?
Depois, ninguém faz uma prova de 10km para nunca mais correr na vida, ora bolas! E portanto nunca mais deixei de correr. Desde aí tenho feito uma quantas provas.Umas correm bem, outras nem por isso, mas todas são aprendizagem e evolução. Quanto mais não seja, servem para irmos conhecendo o nosso corpo e tentar superar as suas dificuldades.
As subidas custam-me horrores, principalmente se estiver calor. Como ontem, por exemplo, em que fiz pela primeira vez a Corrida de Belém e sofri imenso a partir do quilómetro 8 devido à subida até ao Estádio do Restelo debaixo de um sol abrasador. Mas está feita!
Esta história das corridas também tem outra vantagem: levam-nos a viajar! É toda uma nova forma de fazer turismo. Visto que somos de Lisboa, a maior parte das provas que fazemos são por aqui, No entanto, uma vez que o Limoneiro já é Maratonista (neste momento tem 4 maratonas naquele belo corpinho), as corridas já nos levaram ao Porto, Sevilha e Madrid. É um novo motivo para viajar e existem inclusivamente agências de viagens especialistas neste novo turismo.
Na nossa ida a Madrid para o Limoneiro fazer a Maratona e eu os 10km, aproveitámos para conhecer Segóvia e Toledo. Cidades maravilhosas que merecem um post só sobre elas. Daqui a uns dias trato disso, ok?
Não posso acabar este post sem informar publica e orgulhosamente que o meu melhor tempo numa prova de 10km foi em Madrid com 58m.03s. Abaixo de uma hora para mim já é uma alegria.
Provas feitas:
Corrida de Santo António
Madrugada a Correr
Corrida do Tejo
Mini Maratona do Porto
Grande Prémio de Natal
São Silvestre de Lisboa
Corrida Associação Jorge Pina
Corrida Sport Zone
10 km de Madrid
Corrida Saúde + Solidária
Corrida Lisboa a Mulher e a Vida
Corrida de Belém
e Variadíssimas Rock and Roll Mini Maratonas EDP (já lhes perdi a conta)
As t-shirts, as medalhas, o convívio, os cenários maravilhosos por onde temos o privilégio de correr, o levantamento do dorsal, tudo faz parte de um ritual:
É dispendioso participar em provas todas as semanas?
É, mas se estiverem atentos existem imensos passatempos e se se inscreverem com antecedência os preços são sempre mais baratos do que mais perto da prova.
Algumas destas provas têm um caracter solidário, pelo que o valor da inscrição (ou pelo menos parte dele) reverte para causas relevantes. É estar atento!
Caso pretendam apenas correr, sem se inscreverem em provas e sem custos, só precisam de adquirir uns bons ténis, e ganhar coragem para se levantarem do sofá e começar a correr.
Experimentem e depois digam-me se não tenho razão.
Cuidar de ti, também é Limonada da Vida!
Já tinha feito umas corriditas mais pequenas pela Ponte 25 de Abril nas corridas que a EDP todos os anos organiza, mas a minha primeira corrida a sério foi a CORRIDA DE SANTO ANTÓNIO em Junho de 2016.
Vou repeti-la agora no próximo fim de semana e o objectivo é baixar de 1h.01m.45s.
E perguntam vocês: mas por que é que te meteste nisto? Para quê tanto sofrimento?
Pois muitas vezes, durante as provas, também eu me pergunto o mesmo: Mas para quê isto? Não estavas melhor em casa a dormir?
Descrevi neste post os meus primeiros pensamentos enquanto corredora.
Mas é só até chegar à meta! Depois entra a alegria da superação, a sensação de que valeu a pena, que ao correr estás efectivamente a fazer algo de bom pelo teu corpo, mas essencialmente pela tua alma e pela tua auto estima. A sensação maravilhosa de "já está e esta já ninguém me tira".
Como é que tudo começou?
Sempre fui de fazer desporto. Faço Step, como aqui já falei várias vezes, há mais de 13 anos. E isso é definitivamente a minha praia.
Das corridas nunca fui fã. Aliás, se me mandassem correr 15 minutos na passadeira, aquilo era uma tortura para mim.
Um dia o Limoneiro lembrou-se de começar a correr. Ele ia e eu ficava em casa a vegetar, naquele espírito de "correr não é para mim".
Quando ele chegava a casa trazia uma alegria e boa disposição contagiantes, Dizia maravilhas daquilo e cada prova que fazia tentava fazer melhor tempo que na anterior. O tempo passava e ele foi alimentando em mim o bichinho de " e se tentares? Não tens nada a perder". Convidou-me várias vezes para o acompanhar, nem que fosse só para experimentar.
Um dia decidi inscrever-me na minha primeira corrida de 10kms - a corrida de Santo António! É uma prova feita à noite, pelo que já não está aquele sol tórrido que me derrete e que tanto me dificulta a passada. correu muito bem para primeira vez.
E depois?
Depois, ninguém faz uma prova de 10km para nunca mais correr na vida, ora bolas! E portanto nunca mais deixei de correr. Desde aí tenho feito uma quantas provas.Umas correm bem, outras nem por isso, mas todas são aprendizagem e evolução. Quanto mais não seja, servem para irmos conhecendo o nosso corpo e tentar superar as suas dificuldades.
As subidas custam-me horrores, principalmente se estiver calor. Como ontem, por exemplo, em que fiz pela primeira vez a Corrida de Belém e sofri imenso a partir do quilómetro 8 devido à subida até ao Estádio do Restelo debaixo de um sol abrasador. Mas está feita!
Esta história das corridas também tem outra vantagem: levam-nos a viajar! É toda uma nova forma de fazer turismo. Visto que somos de Lisboa, a maior parte das provas que fazemos são por aqui, No entanto, uma vez que o Limoneiro já é Maratonista (neste momento tem 4 maratonas naquele belo corpinho), as corridas já nos levaram ao Porto, Sevilha e Madrid. É um novo motivo para viajar e existem inclusivamente agências de viagens especialistas neste novo turismo.
Na nossa ida a Madrid para o Limoneiro fazer a Maratona e eu os 10km, aproveitámos para conhecer Segóvia e Toledo. Cidades maravilhosas que merecem um post só sobre elas. Daqui a uns dias trato disso, ok?
Não posso acabar este post sem informar publica e orgulhosamente que o meu melhor tempo numa prova de 10km foi em Madrid com 58m.03s. Abaixo de uma hora para mim já é uma alegria.
Provas feitas:
Corrida de Santo António
Madrugada a Correr
Corrida do Tejo
Mini Maratona do Porto
Grande Prémio de Natal
São Silvestre de Lisboa
Corrida Associação Jorge Pina
Corrida Sport Zone
10 km de Madrid
Corrida Saúde + Solidária
Corrida Lisboa a Mulher e a Vida
Corrida de Belém
e Variadíssimas Rock and Roll Mini Maratonas EDP (já lhes perdi a conta)
As t-shirts, as medalhas, o convívio, os cenários maravilhosos por onde temos o privilégio de correr, o levantamento do dorsal, tudo faz parte de um ritual:
É dispendioso participar em provas todas as semanas?
É, mas se estiverem atentos existem imensos passatempos e se se inscreverem com antecedência os preços são sempre mais baratos do que mais perto da prova.
Algumas destas provas têm um caracter solidário, pelo que o valor da inscrição (ou pelo menos parte dele) reverte para causas relevantes. É estar atento!
Caso pretendam apenas correr, sem se inscreverem em provas e sem custos, só precisam de adquirir uns bons ténis, e ganhar coragem para se levantarem do sofá e começar a correr.
Experimentem e depois digam-me se não tenho razão.
Cuidar de ti, também é Limonada da Vida!
segunda-feira, janeiro 16, 2017
Souvenirs
Para quem adora viajar, quase tão importante quanto ir são as memórias que trazemos dos sítios que percorremos.
E quem fala em memórias daquilo que vivemos, fala nas fotografias que tiramos, dos ímans que orgulhosamente exibimos no frigorífico ou nas lembranças ou souvenirs que compramos desses locais.
Os souvenirs que adquirimos em viagem são ao gosto de cada um, não existe o souvenir ideal. A escolha está relacionada com uma característica do país ou cidade que visitámos, ou seja, as peças trazem consigo um pouco de cultura, mas mais do que isso trazem consigo muito daquilo que vivémos durante essa viagem.
A maioria das peças que adquiri, preservo-as em casa quase como se estivessem num museu. Foi por isso que decidi abrir-vos as portas da minha casa e mostrar-vos o meu espólio, que guardo com tanto carinho.
O MEU ESPÓLIO:
(por países ou regiões)
CHINA:
EMIRADOS ÁRABES UNIDOS:
Este é o meu móvel de sala, o meu museu:
E quem fala em memórias daquilo que vivemos, fala nas fotografias que tiramos, dos ímans que orgulhosamente exibimos no frigorífico ou nas lembranças ou souvenirs que compramos desses locais.
Os souvenirs que adquirimos em viagem são ao gosto de cada um, não existe o souvenir ideal. A escolha está relacionada com uma característica do país ou cidade que visitámos, ou seja, as peças trazem consigo um pouco de cultura, mas mais do que isso trazem consigo muito daquilo que vivémos durante essa viagem.
A maioria das peças que adquiri, preservo-as em casa quase como se estivessem num museu. Foi por isso que decidi abrir-vos as portas da minha casa e mostrar-vos o meu espólio, que guardo com tanto carinho.
O MEU ESPÓLIO:
(por países ou regiões)
CARAÍBAS:
Sta. Lucia
(Caixa feita a partir de um coco, trabalhada à mão)
Martinique e Tortola
Guadalupe
(instrumentos de ritmos caribenhos)
República Dominicana
Santo Domingo
(Pintura - trabalhadores do café)
CHINA:
Guangzou:
(os verdadeiros pauzinhos chineses)
EMIRADOS ÁRABES UNIDOS:
Dubai:
(Burj Al Arab - único hotel de 7 estrelas do mundo)
ESPANHA:
Madrid
(Bandarilhas)
(A Sevilhana e as castanholas )
Barcelona:
(Salamandra de Gaudi, lembram-se dela no Parque Guell?)
(Casa Batló de Gaudi)
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA:
Orlando (Disneyworld e Universal Studios)
(Referência ao filme Forrest Gump)
Cape Canaveral (NASA)
Miami
(matrícula típica do Orange County, Florida)
New York
(Estátua da Liberdade)
(Empire State Building)
FRANÇA:
Paris:
(Não podia faltar a Torre Eiffel)
(Lembram-se das Gárgulas da Catedral de Notre Dame?)
(Disneyland)
GRÉCIA:
Atenas:
(Acrópole)
Santorini:
(Cúpula típica das casas em Fira)
(Pedras da Red Beach)
Mykonos:
(Moínho de Vento)
(Petros- o pelicano mais famoso do mundo que
percorre as ruelas de Mykonos, símbolo da ilha)
HOLANDA:
Amesterdão:
(um exemplar das Klompen, ou socas de Amesterdão no tamanho do meu pé.
Trouxe igualmente umas sementes de tulipa para plantar, mas que nunca deram flor.
Talvez porque os meus dotes de jardinagem não são os melhores.)
INGLATERRA:
Londres:
(tradicional autocarro londrino)
ITÁLIA:
Roma:
(Coliseu de Roma)
(Scooter)
(Bocca della Veritá)
Verona:
(Coliseu de Verona)
Veneza:
(Tradicional Máscara de Carnaval)
Cinque Terre:
( Para além deste limão, trouxe um avental e um saquinho de ervas para fazer Pesto em casa.
Quem vai às Cinque Terre tem de provar o licor Limoncello)
LAOS:
Golden Triangle - Fronteira com Tailândia
(Cachimbo)
MALDIVAS:
Ilha de Meeru Resort
(Cocos Do Not Disturb,
para indicar se queremos ou não limpeza no quarto)
(Areia e Conchas diversas trazidas da praia
em formatos como eu nunca tinha visto anteriormente e de beleza rara)
PORTUGAL: os passeios cá dentro também contribuem para a colecção
Açores
Aveiro e Costa Nova:
(barrica de ovos moles)
(casa típica da Costa Nova)
Barcelos
(figura de banda)
Nazaré:
(Varina da Nazaré)
Madeira
(Carapuça da Madeira)
(Casas de Santana)
Óbidos
(Castelo de Óbidos)
Porto:
(Barco Rabelo)
Serra da Estrela
(Casa de Xisto)
REPÚBLICA CHECA:
Praga:
(Matrioska- boneca de madeira em vários formatos que cabem umas dentro das outras,
símbolo da maternidade e fertilidade.
São originais da Rússia, mas havia tantas em Praga que não resistimos)
TAILÂNDIA:
Bangkok:
(buda sentado)
Mercado Flutuante
(chapéu da mulher tailandesa comerciante no mercado flutuante)
Chiang Mai
(chapéu de bamboo e papel de seda fabricado e pintado à mão)
TUNÍSIA:
Djerba:
(Chéchia - chapéu tradicional do homem tunisino)
( Shisha - cachimbo de água)
Deserto do Saara
Rosa do Deserto ou Rosa das Areias,
um mineral formado pela erosão e evaporação em ambientes arenosos e quentes,
fazendo lembrar pétalas de rosa.)
Que venham mais viagens, pois haverá sempre espaço para mais uma lembrança. Quando o móvel estiver cheio, alargam-se paredes. Falta-me percorrer tanto ainda!
E vocês? Como recordam as vossas viagens? Qual o vosso souvenir preferido? Qual é que querem muito ter na vossa estante, mas a viagem ainda não se proporcionou?
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