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quinta-feira, fevereiro 22, 2018

Distribuam-se armas aos professores!

É mais fácil adquirir uma arma em certos estados dos EUA do que ir à Fnac comprar um LCD a prestações em Portugal.
Não são exigidas licenças, não há explicações a dar sobre os motivos dessa aquisição, não se apresentam comprovativos médicos que garantam o estado de saúde mental da pessoa. Nada! E os tiroteios em escolas americanas sucedem-se.
No entanto proibem-se outras coisas...





Qual a solução do Presidente Trump?
Dar armas aos professores para prevenir tiroteios nas escolas.
Exacto, toda a gente sabe que para acabar com os tiroteios o ideal é pôr ainda mais armas em circulação.

Até porque está provado cientificamente e mais do que garantido que os professores não têm depressões nem problemas pessoais que possam levar a um ataque semelhante.

Em vez de se restringir o acesso às armas, passa-se para os professores a responsabilidade de aniquilar um potencial assassino. Como se os professores não tivessem já responsabilidades suficientes...

Já para não falar na potencial falta de pontaria do dito professor, ou até na possibilidade de se sentir ameaçado por algum aluno nalgum mal entendido e simplesmente disparar sobre o mesmo, acresce a experiência traumática de se acabar com uma vida (seja ela de um criminoso ou não).

Quando os interesses económicos falam mais alto tem-se ideias idiotas destas.

#momsdemandaction #trumpsucks #thisisnotamerica #guncontrol


terça-feira, julho 14, 2015

Viagens da Limonada #5 - New York

Nova york em pouco mais de 48 horas:





Depois de Orlando e Miami, para Nova York restavam-nos apenas duas noites. A cidade é enorme e cheia de vida. Cerca de 19 milhões de pessoas circulam diariamente naquela cidade. Muito para ver em muito pouco tempo.

Dentro do que nos foi possível visitar, as nossas escolhas foram para:

Times Square - nossa primeira paragem, até porque o hotel onde estávamos hospedados fica na 48th street, muito perto da praça. A sua beleza reside no movimento constante, no brilho, nas luzes, no não sabermos onde fixar o olhar pois tudo é agitação, euforia. Impossível não sorrir em Times Square.







9/11 Memorial Museum e Freedom Tower- o recentemente inaugurado museu dedicado às vítimas do 11 de Setembro de 2001 e de 26 de Fevereiro de 1993, criado no exacto local onde as torres gémeas tinham sido construídas. Aliás, dentro do museu é possível encontrar restos das fundações e das escadas das torres. O museu está implantado por baixo do solo exactamente porque um dos sues objectivos é preservar o que ficou.

Aqui a história é espremida ao máximo: o antes, o durante e o depois, os factos, as pessoas que morreram no atentado, as mensagens de voice-mail deixadas aos seus familiares, e vice-versa, os heróis que morreram salvando outras vidas, os heróis que sobreviveram, o pormenor dos sapatos, óculos, carteiras e outros objcctos pessoais deixados para trás nos escombros, a história da Al-Quaeda, as imagens dos 19 terroristas que participaram no atentado, as notícias da tragédia pelo mundo fora, os Estados Unidos antes e depois do atentado, as memórias, as marcas indeléveis, o nunca mais esquecer por mais que o tempo que passe... Preparem-se para uma longa fila de espera e um ambiente pesado.

(Entradas: 15$ até aos 17 anos - 24$ adultos)

 (Freedom Tower)

 (Memorial no exterior do museu)

 (gravado com os nomes das quase 3000 vítimas)


(Duas colunas pertencentes à antiga torre Norte)



 (o antes)

 (o depois)

 (No day shall erase you from the memory of time) 


(Carro de bombeiros destruído no atentado)


Empire State Building-  O coração, o símbolo de Nova York. É possível visitar até ao observatório no 102º piso, mas nós só fomos até ao 86º, pois são tarifas diferentes e achámos que não valia a pena. O edíficio tem uma exposição com fotos, plantas, esboços de construção, mas a atracção principal é, sem dúvida, a vista sobre Nova York. São centenas as pessoas em redor dos muros para ver as vistas que vão, por exemplo, até à Estátua da Liberdade, numa das vertentes. Arrebatador a qualquer hora do dia, mas ao anoitecer, com o sol a cair e as luzes a surgirem a cidade ganha outra magia.

(Entradas: 26$ até aos 12 anos - 32$ adultos)







- Passeio de Ferry até Staten Island: Foi a melhor solução que encontrámos para ver a Estátua da Liberdade sem perder tempo nas filas. Para além disso, o Passeio de Ferry de Manhattan até Staten Island é grátis.








- Á saída do Ferry, uns metros à frente, em Battery Park encontra-se a esfera que, antes do atentado às torres gémeas, estava junto aos edifícios.





- início da Wall Street e o famoso touro símbolo de uma economia forte e resistente. Vá-se lá perceber porquê, estão centenas de pessoas ansiosas por uma foto junto aos "ditos-cujos" do Touro. Dinheiro a quanto obrigas.






Brooklyn Bridge- a ponte seria encerrada durante a tarde por causa das celebrações do 4 de Julho e do fogo-de-artifício que iria ser lançado nessa noite, mas ainda fomos a tempo de a pisar e fotografar.







 (Celebrações do 4 de Julho)


Chinatown e Little Italy: Os bairros são contíguos, pelo que é impossível visitar um sem visitar o outro. Incrível como as culturas asiática e itálica se encontram reflectidas nas ruas de Nova York, parecendo efectivamente que estamos noutro país, um pouco à semelhança de Little Havana em Miami (ver post sobre Miami).














Em Little Italy fiquei encantada com esta loja de acessórios. Vale a pena visitar.


("If Loving an accessory is wrong, we don´t want to be right!")



Radio City HallRockeffler Center, 5ª avenida e um passeio de bicicleta por Central Park.









No último dia de manhã, ainda tivémos tempo para passar pelo Radio City Hall e pelo Rockfeller Center, mas o mais divertido foi andar de bicicleta em Central Park. Alugámos as bicicletas no Central Parl Bike Rental . Fica na 58th street, mas não é preciso procurar muito por esta ou qualquer outra loja, pois os vendedores andam na rua à procura de clientes.

Preços:
1 hora - 15$
2 horas - 20$
3 horas - 25$
Meio-dia - 30$
Dia - 40$

Depois de entregar as bicicletas era hora de apanhar táxi para o aeroporto JFK. Saímos com duas horas de antecedência relativamente à hora que queríamos estar no aeroporto, pois o taxista que contratámos avisou-nos em relação ao trânsito. A descoberta estava terminada, era hora de regressar a casa.





Restaurantes em Nova York:
Não me atrevo a recomendar restaurantes! O tempo foi muito escasso, as refeições que fizémos foram rápidas, em restaurantes de Times Square ou perto, como por exemplo as pizzas do SBarro ou o Mcdonalds, e inclusivamente na estação do ferry de Statem Island.

Existem obviamente opções mais agradáveis, tudo depende do tempo e do dinheiro disponíveis. Se tiverem sugestões para uma próxima oportunidade, partilhem-nas nos comentários.

Em Times Square existem cadeias de restaurantes como o Bubba Gump ( ver também post sobre Miami), o Hardrock Café (ver também post sobre Orlando e a Universal Studios), e Planet Hollywood.


Transportes:
Dentro da cidade fizémos tudo a pé ou de metro. De e para o aeroporto o ideal é apanhar um taxi. O trajecto são cerca de 65$, já com portagens e gorjetas incluídas. Confirmem bem o preço final antes de entrar no táxi. Por todo o lado, os preços que nos indicam raramente são o preço final (há que incluir taxes and tips).


Hotel:
The Belvedere New York City- o mais caro, mas sem dúvida o melhor dos três hotéis onde ficámos. Boa localização, na 48th street (Theatre district), junto a Times Square, perto da Broadway, e apenas a alguns quarteirões de Central Park. Pequeno-almoço variado, boa apresentação e com um horário alargado (até às 11.00). Um pequeno senão: a internet não é grátis para os hóspedes do hotel.




E assim terminou uma fantástica e inesquecível viagem de 13 dias pelos States. Deixem os vossos comentários em baixo, caso tenham alguma sugestão para esta cidade.


Posts relacionados planear viagem aos States,  Orlando e os parques temáticos, Kennedy Space Centre, Miami

segunda-feira, julho 13, 2015

Viagens da Limonada #4 - Miami

Miami:

É muito calor e muita humidade a qualquer hora do dia! Na verdade, só se está bem dentro de água, horas a fio... Como ficámos num hotel bem perto da praia de South Beach, decidimos aproveitar as manhãs na praia e as tardes para conhecer a cidade, ou vice-versa.
Sim, porque Miami não é só a Ocean Drive, praia e compras.












Eis o que conseguimos conhecer em apenas três dias:

Little Havana e a sua Calle Ocho
A riqueza cultural da comunidade cubana transferida para as ruas deste bairro e reflectida nos murais dos prédios, nos costumes e nas tradições. Little Havana é quase uma Hollywood dos cubanos, onde se homenageiam, em forma de estrelas no chão que pisamos, as celebridades daquele país. Os reflexos da comunidade hispânica num bairro a não perder!



(8th street ou Calle Ocho)



(Gloria Estefan)



(passeio dos famosos)



(Clube de Dominó - uma tradição entre os mais velhos)

(monumento aos heróis cubanos da Baía dos Porcos)




Visitámos ainda o bairro chique de Coral Gables e histórica Venetian Pool, considerada uma das mais belas piscinas do mundo.






 (Biltmore Hotel)


(Torre de Alhambra)



Terminando o dia na zona de Coconut Grove e o seu Cocowalk.






A sul de Miami fomos descobrir a ilha de Key Biscayne com apenas 3.5km2, mas com uma riqueza natural fantástica. É aqui que decorre o torneio Miami Open Tennis, no centro de tenis de Crandon Park.




E foi em Key Biscaine que nos encantámos com Bill Baggs Cape Florida State Park, um parque a apenas 15 minutos do centro de Miami, cuja imagem de marca é o farol junto à praia. Com diversas espécies protegidas de animais, no parque é possível andar de bicicleta, pescar, acampar, etc.  Pagámos 8$ (por veículo) para entrar no parque, mas a praia é absolutamente fantástica.







Restaurantes em Miami:
- Bubba Gump em Bayside- Chego a esta parte e chego à conclusão que deveria ter feito um post só sobre isto. O restaurante temático (como os americanos tão bem sabem fazer) dedicado ao filme "Forrest Gump", decorado com artigos e roupas usadas no filme. A comida é boa, principalmente as massas, e as bebidas são de aproveitar (até porque oferecem o copo). O atendimento é obviamente 5 estrelas. No fim, é deixarmo-nos perder na loja de merchadising.












- Sbarro- Cadeia de pizzarias boa e barata..

- para refeições rápidas a zona de restauração do shopping de Bayside é muito diversificada e central.




Hotel:
Crest Hotel Suites Miami- Bem localizado, atrás da Collins Avenue, perto da praia e da Ocean Drive. O pequeno-almoço não estava incluído, mas havia um Walgreens na esquina, pelo que comprávamos o que queríamos e comíamos na praia. O hotel tem um parque de estacionamento mesmo em frente, mas custa 25$/12 horas. Dois ou três quarteirões atrás, é possível encontrar estacionamento a 20$/24 horas.

E vocês, têm dicas para esta cidade maravilhosa? Acrescentem nos comentários.
(Próximo Post - Nova York)



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