A Exposição Real Bodies, disponível na Cordoaria Nacional em Belém apenas até 10 de Abril, é uma incrível viagem pelo grande milagre que é o nosso corpo.
Desde o estudo da anatomia nos tempos do génio Leonardo da Vinci até aos dias de hoje, esta exposição apresenta-nos o corpo humano como nunca o vimos, pelo menos nós, comuns mortais, que não somos médicos e não realizamos autópsias.
Desengane-se quem ache que, por ser composta na sua grande maioria por cadáveres reais, a exposição é chocante ou mórbida. Pelo contrário, é fascinante ver o corpo humano ao vivo e explicado ao pormenor.
Ganhamos a percepção de que o nosso corpo é efectivamente uma máquina perfeita, pensada ao milímetro, mas que precisa que tratemos dela, sendo o desporto um contributo importante.
No final da exposição, discretamente deixada em cima de um palanque, está a Informação Para as Pessoas que Desejam Doar o Seu Corpo para a Ciência. Dei por mim a querer saber mais. Trouxe o papel comigo.
Os progressos científicos e a descoberta de cura das doenças não se conseguem sozinhos nem por obra do Espírito Santo. Exigem um estudo minucioso do cadáver humano. Para tal, é necessário que existam indivíduos que doem o seu corpo ao ensino e à investigação. A doação deve ser feita oficialmente, mediante o preenchimento de um formulário específico.
Para além de um acto cívico louvável, o desejo de contribuir para a Ciência Médica é igualmente uma interessante forma de nos perpetuarmos. Com maior préstimo do que entregar o nosso corpo aos bichinhos da terra. Ninguém gosta de pensar nestas coisas, mas digam lá se não é verdade.
Toda a comida precisa de uma pitada de sal, toda a vida precisa de um toque de limonada.
A Limonada da Vida
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quinta-feira, fevereiro 25, 2016
sexta-feira, novembro 13, 2015
Cenas que me lembro...#4
Aquele altura, logo de manhã, em que estamos a rever o nosso look ao espelho e a admirar o quanto estamos poderosas .... e de repente entra alguém no elevador estragando o nosso momento Estrela de Hollywood!
sexta-feira, outubro 16, 2015
Boteco das Tertúlias - #2 O Outono na minha cidade!
Hoje é dia de Boteco das Tertúlias! E o tema deste mês é o Outono na minha cidade.
Na minha cidade com o Outono, como em tantas outras por esse Portugal fora, os dias ficam mais curtos, as folhas mudam de cor, caem as primeiras chuvas, arrumam-se as fotografias de Verão, regressa-se ao trabalho.
Mas na minha cidade, no Outono, substituem-se os festivais de verão pelos teatros e outras actividades indoor, terminam as festas sunset nos rooftops da moda e regressam os espectáculos produzidos pelas companhias de bailado internacionais, as corridas para a praia transformam-se em visitas a museus ou idas ao cinema, os jantares em esplanadas trocam-se por casas de fados e locais mais acolhedores. Acabam os caracóis e os petiscos para começar a aparecer o Cozido à portuguesa e os pastéis de bacalhau com arroz de feijão, a castanha e a água-pé... e já começa a cheirar a Natal...
As fotografias têm um tom amarelo-acastanhado, os jardins cheiram a terra molhada, o calor já não aperta e fica mais fácil explorar a cidade, partir à descoberta.
Voltar ao Museu da Electricidade ou fazer a travessia de Cacilheiro até à outra margem.
Revisitar Belém e o maravilhoso Mosteiro dos Jerónimos com direito a passeio de eléctrico e pastéis de nata.
Fazer a Baixa Pombalina até ao Terreiro do Paço de Tuk Tuk, ou pura e simplesmente pegar na máquina fotográfica e descobrir novas esquinas.
Como diria Nietzsche, o Outono é mais estação da alma do que da natureza. E o Outono também faz falta, também apetece, tal como apetecem as tardes menos abrasadoras. O corpo pede transição, a alma exige mudança. Não pode ser Verão eternamente. Nem na natureza, nem nas nossas vidas.
Assim como todos os anos chega o Outono à minha cidade, este ano entrou-me de rompante o Outono da minha vida. Este Outono fiz 40 anos e com eles a necessidade de auto-análise, de auto-avaliação. A certa altura é momento de colher os frutos daquilo que semeámos na Primavera e no Verão das nossas vidas, é momento de olharmos para trás já com uma alma mais amadurecida, e revermos o que fizémos bem, o que fizémos mal, o que já não tem solução, o que podemos remediar e o que devemos plantar de novo. Analisar o passado para projectar melhor o futuro, aceitando todas as estações da vida como aceitamos as estações do ano.
Quando chegar o Inverno afogamos as tardes de domingo em sessões de cinema no sofá enrolados na manta ou em tardes na cozinha a fazer biscoitos e chá. Até lá, e enquanto as condições climáticas assim o permitirem, vamos aproveitando os raios de sol e os finais de tarde relativamente mornos. Tanto os da natureza como os da alma. Tanto os da minha cidade como os da minha vida.
Os restantes textos do Boteco das Tertúlias, sobre o Outono em diversas cidades, podem encontrá-los aqui:
ByCatarina
Contador de Estorias
Life´s Textures
ExpressoandStroopwafel
Vale bem a pena!
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Pelos Caminhos de Portugal,
Sair de Casa
quarta-feira, junho 10, 2015
Ó freguês, ólhó livro!
Consultem a agenda da feira em http://feiradolivrodelisboa.pt e descubram tudo o que se pode fazer por lá. Variedade de cantinhos para petiscar também não falta.
Sugestão da Limonada: na Praça Leya estão a oferecer 1 Livro na compra de 4!
Esta foi a minha escolha:
Have Fun!
sexta-feira, maio 22, 2015
Sábado é dia de trocar o sapatinho de cristal pelos ténis
E amanhã é dia de trocar o sapatinho de cristal pelos ténis!
São 3horas de bodystep, pura adrenalina e muita diversão na sala Torreão do Terreiro do Paço, a partir das 16.00h.
Mais informações e inscrição:aqui
terça-feira, abril 14, 2015
Pelos Caminhos de Portugal #2 - Nazaré
#2 - Nazaré
As temperaturas sobem e a vontade de passear também. Desta feita lá para os lados da Nazaré, na região Oeste.
Passou a ser conhecida mundialmente desde que Gareth Macnamara surfou o canhão, mas a vila da Nazaré já há muito que merecia uma visita.
A começar pelos restaurantes (muitos e bons) onde as especialidades obviamente se relacionam com o peixe e o marisco, e acabando na simpatia dos locais.
Após algumas pesquisas na net fui parar ao Tasquinha e digo-vos já que me deliciei com os camarões fritos e com o Arroz de Tamboril.
Depois do almoço, começando por um passeio à beira-mar encontramos as peixeiras e o seu Estendal de Peixe Seco.
De carro ou de funicular, é obrigatória a visita ao Farol da Nazaré inserido no Forte de São Miguel Arcanjo.
As temperaturas sobem e a vontade de passear também. Desta feita lá para os lados da Nazaré, na região Oeste.
Passou a ser conhecida mundialmente desde que Gareth Macnamara surfou o canhão, mas a vila da Nazaré já há muito que merecia uma visita.
A começar pelos restaurantes (muitos e bons) onde as especialidades obviamente se relacionam com o peixe e o marisco, e acabando na simpatia dos locais.
Após algumas pesquisas na net fui parar ao Tasquinha e digo-vos já que me deliciei com os camarões fritos e com o Arroz de Tamboril.
Depois do almoço, começando por um passeio à beira-mar encontramos as peixeiras e o seu Estendal de Peixe Seco.
De carro ou de funicular, é obrigatória a visita ao Farol da Nazaré inserido no Forte de São Miguel Arcanjo.
No Sítio da Nazaré, pequeno bairro junto ao Farol com comércio e artesanato variado, está a Igreja da Nossa Senhora da Nazaré, a Ermida da Memória e uma vista maravilhosa para a praia.
Lenda da Nazaré:
Conta a Lenda da Nazaré que ao nascer do dia 14 de setembro de 1182, D. Fuas Roupinho, alcaide do castelo de Porto de Mós, caçava junto ao litoral, envolto por um denso nevoeiro, perto das suas terras, quando avistou um veado que de imediato começou a perseguir. O veado dirigiu-se para o cimo de uma falésia. D. Fuas, no meio do nevoeiro, isolou-se dos seus companheiros. Quando se deu conta de estar no topo da falésia, à beira do precipício, em perigo de morte, reconheceu o local. Estava mesmo ao lado de uma gruta onde se venerava uma imagem de Nossa Senhora com o Menino. Rogou então, em voz alta: Senhora, Valei-me!. De imediato, miraculosamente, o cavalo estacou, fincando as patas no penedo rochoso suspenso sobre o vazio, o Bico do Milagre, salvando-se assim o cavaleiro e a sua montada da morte certa que adviria de uma queda de mais de cem metros. (Fonte Wikipedia)
Para além do Miradouro do Sítio, é possível admirar a vila e a praia no Miradouro da Pederneira (lado oposto da vila).
Antes do regresso, recomendo um lanche bem calórico no Gelatomania.
E como não podia deixar de ser, comprei mais uma lembrança para a minha estante das viagens:
sexta-feira, abril 10, 2015
Challenge Body Step no Terreiro do Paço
Segundo ouvi dizer, vai ser um evento à séria, de arromba, a não perder!
Quando: 23 Maio - das 13.30 às 19.00h
Onde: Terreiro do Paço
O quê: Três horas de Body Step
Cenas que vos podem interessar:
- mais de 700 convidados;
- 3 grandes profs de body step: Gonçalo Pires Pinheiro, Carina Dias e Francisco Carreira do Ó;
- luz e som profissionais;
- um drone a filmar tudinho;
- três divertidas horas de Body Step, ou talvez mais...
Por isso, juntem os amigos e bora lá pôr a estátua do D. José I aos saltos.
Link para informações e inscrição: https://www.caressnatura.pt/bodystep
Quando: 23 Maio - das 13.30 às 19.00h
Onde: Terreiro do Paço
O quê: Três horas de Body Step
Cenas que vos podem interessar:
- mais de 700 convidados;
- 3 grandes profs de body step: Gonçalo Pires Pinheiro, Carina Dias e Francisco Carreira do Ó;
- luz e som profissionais;
- um drone a filmar tudinho;
- três divertidas horas de Body Step, ou talvez mais...
Por isso, juntem os amigos e bora lá pôr a estátua do D. José I aos saltos.
Link para informações e inscrição: https://www.caressnatura.pt/bodystep
quinta-feira, março 19, 2015
Há Limonadas com sorte!
O pessoal da Revista Visão soube que eu estava a planear ir aos Açores e presenteou-me com esta edição especial.
O pessoal da Revista Visão segue a Limonada! Só pode...
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
Exposição de fotografia "ROSTOS SOS"
Lembram-se de, em Outubro, vos ter desafiado a participar na angariação de fundos da Associação SOS Oncológico?
Não?! Ora relembrem-se lá aqui.
Pensavam que isto tinha ficado para as calendas gregas?
Nada disso, a FNAC teve a gentileza de financiar a impressão das fotos, pelo que exposição vai ter lugar no Átrio da Biblioteca Municipal de Lagoa, de 7 de Março a 24 de Abril. Quer tenham participado com o envio de fotografia ou não, continuam a ter a possibilidade de ajudar a associação com a vossa visita e com os vossos donativos.
As fotos estarão também presentes entre 6 e 7 de Junho na Algarve International Fair, onde serão leiloadas, pelo que podem transformar o vosso contributo num presente lá para casa.
Por isso, gente algarvia ou pessoal que esteja de passagem por essa terra maravilhosa, o convite está feito. Se viverem longe e forem loucos o suficiente, façam desta exposição/leilão um bom motivo para ir mergulhar nas ondas e apanhar banhos de sol.
Se encontrarem por lá a foto-contributo da Limonada, não se acanhem! Partilhem aqui mesmo no blog.
Não?! Ora relembrem-se lá aqui.
Pensavam que isto tinha ficado para as calendas gregas?
Nada disso, a FNAC teve a gentileza de financiar a impressão das fotos, pelo que exposição vai ter lugar no Átrio da Biblioteca Municipal de Lagoa, de 7 de Março a 24 de Abril. Quer tenham participado com o envio de fotografia ou não, continuam a ter a possibilidade de ajudar a associação com a vossa visita e com os vossos donativos.
As fotos estarão também presentes entre 6 e 7 de Junho na Algarve International Fair, onde serão leiloadas, pelo que podem transformar o vosso contributo num presente lá para casa.
Por isso, gente algarvia ou pessoal que esteja de passagem por essa terra maravilhosa, o convite está feito. Se viverem longe e forem loucos o suficiente, façam desta exposição/leilão um bom motivo para ir mergulhar nas ondas e apanhar banhos de sol.
Se encontrarem por lá a foto-contributo da Limonada, não se acanhem! Partilhem aqui mesmo no blog.
quinta-feira, fevereiro 12, 2015
Mais vale tarde que nunca!
Sim, eu sei que já devia ter visto isto há q'anos, que é "a peça com a carreira mais longa em Portugal" (segundo o Público), cumprindo já 18 aninhos.
Eu devia andar pr'aí na faculdade quando a peça estreou. Parece que já correu o país inteiro por se ter tornado num verdadeiro fenómeno, tendo recebido cerca de 300 mil espectadores ... mas só agora é que eu vou ver.
Para os que, como eu, andam eternamente à espera que o sol rompa as nuvens, o encenador Juvenal Garcês trouxe de volta "As Obras Completas de Shakespeare em 97 minutos", em cena até 15 de Fevereiro no Teatro Tivoli BBVA.
Trinta e sete obras de Shakespeare (das tragédias às comédias), percorridas a grande velocidade com algumas participações involuntárias do público presente.
Será que volta a estar em cena? Pelo sim, pelo não, os bilhetes estão comprados.
Eu devia andar pr'aí na faculdade quando a peça estreou. Parece que já correu o país inteiro por se ter tornado num verdadeiro fenómeno, tendo recebido cerca de 300 mil espectadores ... mas só agora é que eu vou ver.
Para os que, como eu, andam eternamente à espera que o sol rompa as nuvens, o encenador Juvenal Garcês trouxe de volta "As Obras Completas de Shakespeare em 97 minutos", em cena até 15 de Fevereiro no Teatro Tivoli BBVA.
Trinta e sete obras de Shakespeare (das tragédias às comédias), percorridas a grande velocidade com algumas participações involuntárias do público presente.
Será que volta a estar em cena? Pelo sim, pelo não, os bilhetes estão comprados.
quinta-feira, fevereiro 05, 2015
7 mil milhões de outros
7 mil milhões de outros é o título da exposiçao que está no Museu da Electricidade, até dia 8 de Fevereiro.
Sim, eu sei está quase a terminar e no Domingo é dia de derby lisboeta, por isso mesmo, vai o quanto antes.
A Fundação Good Planet reuniu o testemunho de 6.000 pessoas, de 84 países, para responder a 45 perguntas que nos ajudam a descobrir o outro, e inclusivamente nós próprios.
Testemunhos de quem entende que a oitava maravilha do mundo se resume ao silêncio da guerra, de quem entende que a beleza está em ser diferente, para quem o sentido da vida é encontrar o amor ou deixar alguma coisa de bom enquanto viveu, ou de quem teve como maior desafio da vida a sobrevivência através da prostituição.
Histórias de amor, histórias de infância, uma viagem aos sonhos, rostos e risos de um mundo inteiro ali concentrados.
E tu, se pudesses, que mensagem deixarias ao mundo? Imagina que podes deixar a tua mensagem, o que dirias? O que responderias se te perguntassem:
O que é para ti a liberdade? Quais são os teus medos? O que te é impossível perdoar? Qual o sentido da vida, da tua vida? Qual a tua 1ª memória de infância? O primeiro beijo? Que sacrifícios farias por alguém que amas? Até onde vai a tua capacidade de perdoar? Se pudesses, que mensagem deixarias ao mundo?
Então vai pensando, porque é possível fazê-lo. A exposição tem estúdio próprio para te dar voz.
Não trouxe resposta para tudo, trouxe várias. Trouxe a confirmação de que, apesar das divergências de gostos, culturas, educação, experiências de vida, somos muitos os que abraçamos a diferença e preferimos a tolerância. Infelizmente, sermos muitos não basta!
A entrada são dois euros. Para mais pormenores espreita aqui
Para quem está fora de Lisboa, têm aqui alguns dos vídeos em exibição. Quem é amiga, quem é?
Sim, eu sei está quase a terminar e no Domingo é dia de derby lisboeta, por isso mesmo, vai o quanto antes.
A Fundação Good Planet reuniu o testemunho de 6.000 pessoas, de 84 países, para responder a 45 perguntas que nos ajudam a descobrir o outro, e inclusivamente nós próprios.
Testemunhos de quem entende que a oitava maravilha do mundo se resume ao silêncio da guerra, de quem entende que a beleza está em ser diferente, para quem o sentido da vida é encontrar o amor ou deixar alguma coisa de bom enquanto viveu, ou de quem teve como maior desafio da vida a sobrevivência através da prostituição.
Histórias de amor, histórias de infância, uma viagem aos sonhos, rostos e risos de um mundo inteiro ali concentrados.
E tu, se pudesses, que mensagem deixarias ao mundo? Imagina que podes deixar a tua mensagem, o que dirias? O que responderias se te perguntassem:
O que é para ti a liberdade? Quais são os teus medos? O que te é impossível perdoar? Qual o sentido da vida, da tua vida? Qual a tua 1ª memória de infância? O primeiro beijo? Que sacrifícios farias por alguém que amas? Até onde vai a tua capacidade de perdoar? Se pudesses, que mensagem deixarias ao mundo?
Então vai pensando, porque é possível fazê-lo. A exposição tem estúdio próprio para te dar voz.
Não trouxe resposta para tudo, trouxe várias. Trouxe a confirmação de que, apesar das divergências de gostos, culturas, educação, experiências de vida, somos muitos os que abraçamos a diferença e preferimos a tolerância. Infelizmente, sermos muitos não basta!
A entrada são dois euros. Para mais pormenores espreita aqui
Para quem está fora de Lisboa, têm aqui alguns dos vídeos em exibição. Quem é amiga, quem é?
quarta-feira, fevereiro 04, 2015
Limonada da Vida é ... #8
... começar a planear a próxima viagem.
Ainda sem saber muito bem se a vamos fazer ou não, mas sabendo que adoraríamos ir ali e fazendo intenções de tratar disso.
Sem saber se vai haver dinheiro para tudo, mas só aquela sensação de começar a analisar os preços dos voos, a expectativa das diversas possibilidades, os obstáculos e outras soluções que surgem.
Tudo isto já vale ouro, porque uma viagem começa meses antes de entramos no avião, começa nestes planos.
A melhor viagem é sempre a que falta fazer, e as que vamos fazendo já ninguém nos tira.
Ainda sem saber muito bem se a vamos fazer ou não, mas sabendo que adoraríamos ir ali e fazendo intenções de tratar disso.
Sem saber se vai haver dinheiro para tudo, mas só aquela sensação de começar a analisar os preços dos voos, a expectativa das diversas possibilidades, os obstáculos e outras soluções que surgem.
Tudo isto já vale ouro, porque uma viagem começa meses antes de entramos no avião, começa nestes planos.
A melhor viagem é sempre a que falta fazer, e as que vamos fazendo já ninguém nos tira.
quarta-feira, janeiro 28, 2015
Limonada da Vida é ... #5 - Poupar para Viajar
POUPAR PARA VIAJAR:
Conseguir chegar ao final do mês com um dinheirito de parte para as próximas férias de verão.
Chegar à altura de marcar as férias e ter uma boa parte do valor da despesa no mealheiro.
Ir de férias sem sofrer um arrombo no orçamento mensal.
Viajar sem peso na consciência.
Só usufruir.
Poupa-se numas coisas para termos possibilidade de viver outras que nos dão maior prazer.
Nada como nos desapegarmos do nosso mundo e viver outros mundos por uns tempos.
Quanto mais não seja para conhecermos melhor os nossos limites!
E como é que isso se faz?
- Deixar de fumar.
- Almoçar no escritório com refeição trazida de casa. Já fizeram as contas ao que gastam almoçando fora todos os dias? Isto sem falar que é mais fácil comer saudável se trouxermos comida de casa.
- Para quem tem filhos, mandar lanche feito em casa em vez de lhes dar dinheiro para gastar no bar da escola.
- Comprar menos roupa, malas e sapatos, ou então aproveitar mais vezes os saldos e as promoções. Se pensarmos bem se calhar aquele par de sapatos não faz assim tanta falta.
- Comprometermo-nos com um desafio qualquer de poupança ao final do mês ou de cada semana. No meu caso, cumpri à risca o desafio das 52 semanas.
- Deixar de gastar dinheiro em coisa supérfluas como em raspadinhas e jogos de sorte.
- Em vez de pagar uma mensalidade de ginásio, fazer exercício outdoor como corrida, por exemplo.
- Reunir com os amigos em casa, em vez de todos os fins de semana ir jantar fora. Convém o convite rodar e ser uma vez na casa de cada um. Ok, amigos? ;-)
Há coisas das quais vale a pena abdicar!
E tu, qual a tua estratégia para poupar para viajar?
Conseguir chegar ao final do mês com um dinheirito de parte para as próximas férias de verão.
Chegar à altura de marcar as férias e ter uma boa parte do valor da despesa no mealheiro.
Ir de férias sem sofrer um arrombo no orçamento mensal.
Viajar sem peso na consciência.
Só usufruir.
Poupa-se numas coisas para termos possibilidade de viver outras que nos dão maior prazer.
Nada como nos desapegarmos do nosso mundo e viver outros mundos por uns tempos.
Quanto mais não seja para conhecermos melhor os nossos limites!
E como é que isso se faz?
- Deixar de fumar.
- Almoçar no escritório com refeição trazida de casa. Já fizeram as contas ao que gastam almoçando fora todos os dias? Isto sem falar que é mais fácil comer saudável se trouxermos comida de casa.
- Para quem tem filhos, mandar lanche feito em casa em vez de lhes dar dinheiro para gastar no bar da escola.
- Comprar menos roupa, malas e sapatos, ou então aproveitar mais vezes os saldos e as promoções. Se pensarmos bem se calhar aquele par de sapatos não faz assim tanta falta.
- Comprometermo-nos com um desafio qualquer de poupança ao final do mês ou de cada semana. No meu caso, cumpri à risca o desafio das 52 semanas.
- Deixar de gastar dinheiro em coisa supérfluas como em raspadinhas e jogos de sorte.
- Em vez de pagar uma mensalidade de ginásio, fazer exercício outdoor como corrida, por exemplo.
- Reunir com os amigos em casa, em vez de todos os fins de semana ir jantar fora. Convém o convite rodar e ser uma vez na casa de cada um. Ok, amigos? ;-)
Há coisas das quais vale a pena abdicar!
E tu, qual a tua estratégia para poupar para viajar?
terça-feira, janeiro 27, 2015
Não é bonito de se ver, mas recomendo!
Li ontem na net que alguns turistas têm feito comentários negativos no Tripadvisor relativamente ao museu de Auschwitz, e que não recomendam a visita.
Em tempos estive em Struthof . Fazia parte do roteiro de uma visita de estudo ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo, promovida pela escola.
Não é de facto uma visita agradável.
Dói percorrer a lista dos nomes dos que lá padeceram.
Dói estar perante as câmaras de gás, os fornos, as chaminés por onde alegadamente saía o cheiro a carne queimada e a sala onde faziam experiências médicas com os prisioneiros, apesar de já não corrermos perigo.
Dói entrar no museu e ver fotos em tamanho real de pessoas de expressão igual e magreza inexplicável.
Dói, incomoda, angustia, comove, devasta. Não, não é uma visita bonita e deslumbrante, mas bolas, não é suposto ser!
Tenho fotos guardadas dessa visita de estudo, esse passeio alegre de autocarro desde Lisboa até Estrasburgo: dos colegas, das brincadeiras, das cidades onde parámos, mas não tenho fotos daquele espaço. Não consegui. Ficou-me na memória. Tinha apenas dezassete anos, mas marcou-me muito aquele lugar.
Foi sem dúvida a visita de estudo mais chocante que uma escola alguma vez me proporcionou, mas igualmente a mais relevante. Locais onde a derrota do ser humano permanece, onde ainda cheira a intolerância.
É importante que se visite para que nunca o esqueçamos. Para que a história não se repita.
Em tempos estive em Struthof . Fazia parte do roteiro de uma visita de estudo ao Parlamento Europeu, em Estrasburgo, promovida pela escola.
Não é de facto uma visita agradável.
Dói percorrer a lista dos nomes dos que lá padeceram.
Dói estar perante as câmaras de gás, os fornos, as chaminés por onde alegadamente saía o cheiro a carne queimada e a sala onde faziam experiências médicas com os prisioneiros, apesar de já não corrermos perigo.
Dói entrar no museu e ver fotos em tamanho real de pessoas de expressão igual e magreza inexplicável.
Dói, incomoda, angustia, comove, devasta. Não, não é uma visita bonita e deslumbrante, mas bolas, não é suposto ser!
Tenho fotos guardadas dessa visita de estudo, esse passeio alegre de autocarro desde Lisboa até Estrasburgo: dos colegas, das brincadeiras, das cidades onde parámos, mas não tenho fotos daquele espaço. Não consegui. Ficou-me na memória. Tinha apenas dezassete anos, mas marcou-me muito aquele lugar.
Foi sem dúvida a visita de estudo mais chocante que uma escola alguma vez me proporcionou, mas igualmente a mais relevante. Locais onde a derrota do ser humano permanece, onde ainda cheira a intolerância.
É importante que se visite para que nunca o esqueçamos. Para que a história não se repita.
sexta-feira, janeiro 16, 2015
A planear viagem aos Açores...
Limoneiros (para quem não sabe, palavra que designa os que seguem a Limonada) açorianos e malta das viagens:
Tenho viagem marcada para São Miguel, e preciso das vossas calorosas dicas e sugestões de locais a visitar, hotéis, restaurantes, etc.
Tenho três dias para dar a volta a ilha: o que é que não posso perder de maneira alguma?
PS: Se conhecerem sites sobre o assunto, partilhem o link nos comentários.
Tenho viagem marcada para São Miguel, e preciso das vossas calorosas dicas e sugestões de locais a visitar, hotéis, restaurantes, etc.
Tenho três dias para dar a volta a ilha: o que é que não posso perder de maneira alguma?
PS: Se conhecerem sites sobre o assunto, partilhem o link nos comentários.
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